Já se foi o tempo em que o setor de construção e reformas era um terreno ocupado unicamente por homens. Ainda que relativamente recente e pequena em termos proporcionais, a participação das mulheres no mercado de construção vem em trajetória constante de crescimento. Hoje, por exemplo, segundo dados do Ministério do Trabalho, cerca de 14% das posições no mercado são ocupadas por mulheres. Em 2006, esse número era de apenas 4%.

As projeções do mercado e iniciativas do setor público e privado são ainda mais animadoras. Elas demonstram como a mulher está pronta para equilibrar estes números atuando em várias frentes, seja para reformar, construir e também para seguir o caminho do empreendedorismo, tomando a frente dos negócios ou se tornando parceira de negócios de grandes empresas.

O mercado já reconheceu o potencial feminino

Uma pesquisa feita pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção evidenciou o bom desempenho feminino no setor. O levantamento Mulheres na Construção ouviu empresários da construção de todo o Brasil. O estudo pediu que eles avaliassem o perfil das mulheres que atuam na área. Também foi analisada a qualidade do trabalho das empregadas.

  • 93% dos empresários avaliaram positivamente suas funcionárias. Segundo os patrões, elas trabalham bem, têm competência e são caprichosas. Os 7% restantes disseram ser indiferentes à questão de gênero. Isso quer dizer que não houve absolutamente nenhuma avaliação negativa com relação ao desempenho feminino.
    A rotatividade das mulheres nesse mercado é menor (6%) que a dos homens (12%). Para os empregadores, isso é um ponto muito positivo, pois facilita ações de planejamento.
    72% dos empresários afirmaram que pretendem contratar mais mulheres. As razões: elas são eficientes, caprichosas e apresentam serviço de qualidade.
  • Aliada a essa boa percepção e expectativa de mais contratações de mulheres no setor privado, o setor público também se movimenta para se adequar a essa realidade. Tramita no senado um projeto de lei que estipula a contratação de no mínimo 12% de mulheres para obras do governo federal.

As mulheres estão trilhando seus próprios caminhos

Fora das empresas, a participação feminina também se fortalece por meio de lideranças que se destacam por suas iniciativas individuais. No Brasil, a gaúcha Bia Kern é um dos maiores exemplos. Ela fundou em Canoas (RS) a ONG Mulher em Construção, que capacita mulheres para o mercado da construção civil. Em dez anos de atividades, já são quase quatro mil mulheres inseridas no mercado através de seu projeto.

Lá fora, a arquiteta portuguesa Marta Brandão desenvolveu as casas-conceito MIMA House e MIMA Essencial, utilizando a ideia de casas modulares pré-fabricadas. O projeto lhe rendeu o prêmio de casa do ano pelo Archdaily, um dos sites de arquitetura mais respeitados do mundo.

Como começar a conquistar o seu espaço no mercado

Trabalhos de mulheres como Bia e Marta são admiráveis e geram um impacto positivo enorme para milhares de pessoas nas comunidades onde atuam. Mas é possível também se lançar no empreendedorismo de forma mais pontual, com projetos que vão fazer diferença na vida de uma pessoa.

Na arquitetura, na decoração e no design de interiores, por exemplo, um projeto de uma casa nova ou reforma não significa apenas assumir o projeto de um cliente. É também uma maneira de transformar o sonho dessa pessoa em uma realização sólida e de sucesso. No decorrer desse processo, ter o suporte de fornecedores bem-estabelecidos e de referência é um grande diferencial.

A Santa Cruz Acabamentos entende que arquitetas, decoradoras, engenheiras e outras profissionais de reforma e construção são suas parceiras de negócios. Por isso, vem construindo um relacionamento sólido com elas ao longo de sua história.

Você também pode se tornar nossa parceira de negócios. Visite a nossa loja para saber como a Santa Cruz Acabamentos está pronta para te dar todo apoio necessário para o sucesso dos seus projetos e para a abertura de oportunidades de empreendedorismo para mulheres que estão mudando o perfil do mercado de reformas e construção no Brasil.